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Política
Collor entra com quatro representações contra Janot no Senado PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Qua, 13 de Maio de 2015 21:03
O senador Fernando Collor (PTB-AL) protocolou nesta terça-feira (12) quatro representações contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, alegando "crimes de responsabilidade".

O senador, que figura entre os 50 políticos alvo de inquérito da Operação 'Lava Jato' no Supremo Tribunal Federal (STF), acusa o procurador-geral de ter agido "sem critério" nos pedidos de abertura de investigação no STF. Desde o ano passado, ainda nas primeiras etapas da 'Lava Jato', contudo, a Polícia Federal encontrou no escritório do doleiro em São Paulo comprovantes de depósitos bancários de dinheiro de Alberto Youssef para Collor. O próprio Youssef, posteriormente, afirmou em sua delação ter feito vários depósitos para o senador.

Ainda assim, Collor acusa Janot de abuso de poder por ter solicitado a coleta de documentos na Câmara dos Deputados em uma ação que tinha como alvo o presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também é investigado na Lava Jato.

Outro questionamento apontado pelo senador é de que o procurador-geral tenha feito autopromoção, por ter "transformado sua segurança pessoal em um espetáculo de mídia" durante uma visita à cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, e por ter recebido um grupo de manifestantes na sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), que foram ao Ministério Público Federal fazer uma vigília para o procurador-geral diante das acusações que vem sendo feitas contra ele.

Há ainda uma outra representação que fala em "desperdício de dinheiro público". Collor alega que membros do Ministério Público têm feito uso de passagens e diárias de forma abusiva, "tudo autorizado expressamente pelo procurador-geral da República".

Nos quatro pedidos protocolados, o senador pede que a Mesa Diretora do Senado forme uma "comissão especial para analisar a admissibilidade das denúncias". Se as representações foram acatadas, o colegiado deverá fazer diligências e emitir um parecer sobre o caso, mas a decisão final cabe ao Plenário, o que poderia se transformar em um processo de impeachment do procurador-geral.

Desde que teve seu nome confirmado entre os alvos da Lava Jato, Collor tem dirigido fortes críticas a Janot. Já o procurador-geral tem evitado responder aos ataques dos investigados. (www.hojeemdia.com.br)
 
Dilma relata a prefeitos cenário difícil e diz que 2015 será de 'vacas magras' PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Qua, 08 de Abril de 2015 20:32
Reprodução/Internet
Dilma

A presidente Dilma Rousseff teve nesta quarta-feira (8) reunião com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e representantes do III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, no Palácio do Planalto. Nessa reunião, ela apresentou aos prefeitos um cenário difícil para a economia neste ano. Disse, inclusive, que 2015 será um ano "de vacas magras".

Na reunião com os prefeitos, Dilma avisou que o contingenciamento do orçamento "será grande". Destacou, ainda, que o governo fará "um grande esforço para fazer a inflação de volta ao centro da meta". Os ministros da Fazenda, Joaquim Levy; do Planejamento, Nelson Barbosa; e da Casa Civil, Aloizio Mercadante, acompanharam a reunião.

Apesar do cenário negativo apresentado, a presidente Dilma mostrou-se otimista e afirmou que "tem a convicção" de que, no início de 2016 o cenário já será "muito bom". Na conversa, a presidente Dilma pediu colaboração dos prefeitos para este "período difícil" e que "cada um faça seu dever de casa", prometendo que o governo federal "será solidário".

O presidente da FNP, José Fortunati (PDT), prefeito de Porto Alegre, foi escalado para falar em nome dos presentes. Segundo Fortunati, um dos temas de maior preocupação envolve a dívida dos municípios. Levy pediu 15 dias, até que o Congresso defina a questão da dívida dos Estados e municípios, para voltar a debater o tema com os prefeitos.

Segundo o prefeito porto-alegrense, Levy disse que se o prazo se estender, os municípios estarão liberados para entrar na Justiça, para se resguardar. Dessa forma, as demais prefeituras poderiam repetir o gesto do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), que entrou com ação exigindo redução do indexador da dívida da capital fluminense.

"Não podemos ficar por muito tempo vivendo este período nebuloso", desabafou Fortunati, que fez questão de elogiar a iniciativa da presidente Dilma de chamar os prefeitos para a conversa. "O diálogo estava interrompido", comentou, acrescentando que a presidente prometeu "reuniões periódicas" para discutir questões dos municípios. Segundo Fortunati, Dilma não falou em porcentuais e nem deu dados sobre o volume do contingenciamento.

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), destacou que a presidente disse que este será um ano de "vacas magras", mas reforçou a disposição do governo de buscar o centro da meta na inflação. O prefeito de Olinda, Renildo Calheiros (PCdoB), por sua vez, contou que Dilma assegurou que o governo vai fazer "todo esforço para a inflação chegue ao centro da meta", sem precisar, no entanto, quando isso poderia ocorrer. (www.hojeemdia.com.br)

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Aécio manda recado para Dilma: se quiserem dialogar, apresentem propostas PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Ter, 04 de Novembro de 2014 21:23
Wilson Dias/Agência Brasil
Aécio avisa Dilma: se quiserem dialogar, apresentem propostas
Senador Aécio Neves chega ao Congresso Nacional

Na tentativa de se posicionar como líder da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta terça-feira, ao chegar no Congresso Nacional, que vai "ser a oposição sem adjetivos". "Eu chego hoje ao Congresso Nacional para exercer o papel que me foi delegado por grande maioria da população brasileira, por 51 milhões de brasileiros. Se quiserem dialogar, apresentem propostas que interessem aos brasileiros. No mais, vamos cobrar explicações e eficiência".

Presidente nacional do PSDB, o senador mencionou as manifestações pós-eleições de eleitores frustrados com o resultado das eleições e sobre pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff e intervenção militar. "Eu respeito a democracia permanentemente e qualquer utilização dessas manifestações no sentido de qualquer tipo de retrocesso terá a nossa mais veemente oposição. Eu fui o candidato das liberdades, da democracia, do respeito. Aqueles que agem de forma autoritária e truculenta estão no outro campo político, não estão no nosso campo político."

Sobre o seu estilo de fazer política, também afirmou que defenderá as liberdades. "Hoje o Brasil se encontra com o seu futuro a partir das manifestações que estamos vendo ocorrerem em várias partes do País. A nossa posição será sempre em defesa intransigente da democracia, das liberdades, contra qualquer tentativa de cerceamento da liberdade de imprensa e de quaisquer outras liberdades, sejam coletivas ou individuais."

Recepção
Aécio chegou nesta terça-feira por volta das 15h15 ao Congresso Nacional sob gritos "Aécio", "Presidente", "Fora PT" e versos do "Hino Nacional" proferidos por cerca de 600 pessoas, entre militantes, assessores e parlamentares, segundo estimativa de seguranças do Legislativo.
Candidato derrotado no segundo turno pela presidente Dilma Rousseff (PT), o senador mineiro aparece pela primeira vez em Brasília para "assumir" o seu "papel de líder da oposição".
Em rápida entrevista no aeroporto de Brasília, o senador declarou: "Vamos cobrar tudo o que o governo prometeu e não está cumprindo. Não me sinto derrotado, me sinto um vitorioso, porque defendemos o que está vivo no coração dos brasileiros". (www.hojeemdia.com.br)
 
Mesa da Câmara estendeu benefícios de plano de saúde para os sem-mandato PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Ter, 08 de Março de 2011 10:20

Deputados pagam R$ 280 por mês para o Pró-Saúde e contam com ampla rede de proteção, que beneficia também os familiares; antes, só os aposentados desfrutavam das benesses.

BRASÍLIA - As benesses dos ex-deputados federais e ex-senadores não se restringem às boas aposentadorias, conforme revelou o Estado na semana passada. Ex-parlamentares contam com um sistema privilegiado de saúde. Na Câmara, os deputados aposentados têm direito a um plano de saúde familiar ao preço de R$ 280 por mês. No Senado, a mordomia é maior: ex-senadores usufruem pelo resto de suas vidas de um sistema de saúde bancado pelos cofres públicos. Os senadores no exercício do mandato não têm limite de gastos com saúde.

Ato da Mesa Diretora da Câmara de 27 de janeiro último permitiu que deputados não reeleitos e ainda não aposentados, mas que já estavam filiados ao plano de saúde, continuem com o benefício. Até agora, 18 ex-deputados optaram por permanecer no Pró-Saúde. A contribuição deles, no entanto, será em torno dos R$ 900 mensais.

Isso ocorre porque o deputado não reeleito tem de arcar com a parte patronal da Câmara para o plano de saúde.

O ex-deputado que está aposentado paga o valor de R$ 280 pelo plano de saúde. Essa é a mesma quantia paga pelos deputados com mandato e os servidores ativos e inativos da Câmara. O plano nesse valor beneficia toda a família do ex-deputado: a mulher e os filhos menores de 21 anos.

 
Marina afirma que não aceitou conversar com PT sobre apoio a Dilma PDF Imprimir E-mail
Postado por Administrador   
Qua, 06 de Outubro de 2010 15:03

marina_pv        Em nota divulgada pela assessoria de comunicação, a senadora e candidata à Presidência da República pelo Partido Verde, Marina Silva, reafirmou que não vai aceitar conversar com o Partido dos Trabalhadores ou com o PSDB sobre apoio aos candidados Dilma Rousseff e José Serra, respectivamente.Segundo a assessoria, na tarde de terça-feira (5)

 
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